quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais -por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia –qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido.Eu prefiro viver a ilusão do quase, quando estou "quase" certa que desistindo naquele momento vou levar comigo uma coisa bonita. Quando eu "quase" tenho certeza que insistir naquilo vai me fazer sofrer, que insistir em algo ou alguém pode não terminar da melhor maneira, que pode não ser do jeito que eu queria que fosse, eu jogo tudo pro alto, sem arrependimentos futuros! Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor. Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Por acaso você ja viu ...
uma taça de vinho dizendo que vai te ligar no outro dia, e não liga? Ou uma dose de tequila dizendo que é jovem demais pra se envolver? Ou uma latinha de cerveja pedindo um tempo pra decidir se realmente é aquilo mesmo que quer? Ou ainda uma garrafa de smirnoff dizendo que você é a pessoa certa na hora errada? Por acaso uma garrafa de vodka já beijou alguém na tua frente? Ou então você já levou chifre de um litro de whisky? Não né?
Francamente... Vamo beber, porque amar tá FODA!
Francamente... Vamo beber, porque amar tá FODA!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Eu sei como é se segurar e deixar para chorar só quando ligar o chuveiro, assim ninguém percebe. Eu sei como é refletir sobre a vida antes de dormir e se certificar de que ninguém está ouvindo para começar a soluçar. Eu sei como é sofrer tão dolorosamente que as vezes você precisa fingir que vai ao banheiro, ou beber água, apenas para lavar o rosto e se recompor. Eu sei como é ter os olhos úmidos e aquele medo de que não seja forte o suficiente para segurar as lágrimas quando está em público. Eu sei como é sentir aquele nó enorme na garganta, que te sufoca, até que você cede e chora. Eu sei como é sentar na cama, pegar o travesseiro e chorar tanto, mas tanto, que se surpreende com o rio que terá que esconder da sua família. Acredite, eu sei como é tudo isso.
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