quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Não importa oque você faz, uma coisa é certa, as pessoas sempre vão falar de você.

gkh

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

    Não é porque estou vivendo minha vida, curtindo, saindo, sorrindo que estou mesmo feliz, por inteira. Como ja disse, não aceito meio termo, metade, mais é assim que me sinto agora, longe de ti, uma metade, uma bicicleta sem freio, em que se vai levando, se virando por ai, colocando o pé no chão para frear. E é assim que ando fazendo, me virando, me entretendo, sonhando, desejando. 
   De vez em sempre, tenho aquelas recaidas, aquelas que dizem ser normais, mais o normal é tão doloroso, tão sem vida, tão chato, tão triste. Claro, o normal sem ti. Por enquanto.
   Eu tento mudar a situação, sempre que dá, mais até agora não deu, só que uma horá há de dar certo, porque eu estou tentando. E não é tentando que se consegue?

Gleisse Keli Horn
Ás vezes é mais forte que eu, mesmo assim sempre tento me conter. Ás vezes, claro, tentativa fracassada.

Gleisse Keli

      O fato é que todos acham que o tempo cura tudo, não enganados, o tempo cura, quase tudo. Há coisas que o tempo faz com que fique somente a cicatriz. Cicatriz esta que pode voltar a latejar, em dias de tensão, de desespero, de solidão, de saudades, enfim, de falta dele. Em outros quinhentos, há também as mágoas, a imaturidade, o arrependimento, o ciúme do que mesmo não lhe possui, o apego. Ambas acúmulos infelizes de muitos dias nublado, que insistem em aparecer em alguns pores-do-sol.

Gleisse Keli Horn
 
Eu já caí por algumas vezes, me
enterrei em covas profundas onde talvez nenhum ser, nem mesmo aquele que enxerga
a além de tudo poderia me ver, eu chorava, e como chorava, eu rangia os dentes
de dor, mais não aquela dor que doía na pele, nem aquela que é suportável no
mesmo instante que doí, mais aquela dor interna, aquela que invade e impede,
aquela que não controla nem manda embora, e sabe, depois de tanta coisa, tanto
desespero, tanta desalegria e desentendimento com tudo, eu aprendi a lidar com
as coisas, aprendi a deixar as coisas que só nos apegamos por conveniência, por
costume, e deixa, o coração se acostuma, no começo doí, é deplorável como doí, é
chato, mais chega um tempo que o coração esta tão desacostumado com tanta coisa,
com tanto sentir que “enfraquece”, que esfria e murcha, ele ainda esta em
período de aceitação, de harmonia com a vida de plena felicidade, ele ainda tem
medo, duvidas e anseios, ele ainda está reaprendendo, está se habilitando a
reamar.
Daniela Almeida (http://heartphases.blogspot.com/)
 
"Eu meio perdio em relação às coisas tipo cai-na-real, mas com certeza boa e inabalável que tudo vai dar pé." CFA
 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011


Para atravessar agosto ter um amor seria importante, mas se você não conseguiu, se a vida não deu, ou ele partiu — sem o menor pudor, invente um. Pode ser Natália Lage, Antônio Banderas, Sharon Stone, Robocop, o carteiro, a caixa do banco, o seu dentista. Remoto ou acessível, que você possa pensar nesse amor nas noites de agosto, viajar por ilhas do Pacífico Sul, Grécia, Cancún, ou Miami, ao gosto do freguês. Que se possa sonhar, isso é que conta, com mãos dadas, suspiros, juras, projetos, abraços no convés à luz da lua cheia, brilhos na costa ao longe. E beijos, muitos. Bem molhados. 

Caio Fernando de Abreu